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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cães e Gatos devem passar por check-up


Cães e gatos devem passar por check-up completo em determinadas fases da vida


Gatos e cães de pequeno porte devem iniciar avaliações periódicas a partir dos 7 anos; já cães de raças grandes e gigantes devem passar por avaliação a partir dos 5 anos

Fazer exames regulares em cães de grande porte a partir dos 5 anos, evita problemas de saúde futuros. Foto: Divulgação
Você sabia que seu animal deve passar por uma avaliação médica periódica? Assim como os seres humanos, os animais devem e podem passar por um check-up completo, pois somente desta forma será possível detectar com antecedência ou em fase inicial doenças cardíacas, ósseas, câncer e uma série de outras enfermidades que podem ser tratadas sem maiores riscos quando diagnosticadas precocemente.
“Assim como nós envelhecemos, os animais também envelhecem. Nesse processo os órgãos e sistemas vão sofrendo a ação do tempo e muitas doenças podem aparecer. O diagnóstico precoce é garantia de manutenção de qualidade de vida em certas doenças, igual ao seres humanos, pois cães também têm diabetes, doenças cardíacas, hipertensão, entre outras”, destaca a Dra Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia.
Animais de pequeno porte devem passar por check-up a partir dos 7 anos, como recomendam os veterinários. Foto: Divulgação
Alguns fatores como raça, tamanho e predisposição interferem na frequência com que deve ser realizada a avaliação médica periódica. Os cães de pequeno e médio porte, assim como os gatos, devem passar por check ups a partir dos 7 anos. Já os animais de porte grande ou gigante como por exemplo, cães das raças Dogue Alemão,  Fila e Mastife, devem iniciar os check ups a partir dos 5 anos. Essa diferença existe devido à menor expectativa de vida dos cães de raças consideradas grandes e gigantes, ou seja, acima de 40Kg.
“Sabemos que algumas raças são mais predispostas a algumas doenças, dessa forma o tutor deve ser orientado pelo veterinário ter um animal de uma determinada raça. Assim, quando sabemos que o animal pertence a uma raça que tem predisposição a problemas urinários, por exemplo, aconselhamos o acompanhamento através de exames de urina, função renal e ultrassonagrafia desde a fase adulta inicial e orientamos ainda o tutor a perceber os sinais de problemas neste sistema”, ressalta a Dra Elaine.
A medicina preventiva pode evitar doenças futuras ou trata-las desde que aparecem, diminuindo o sofrimento do animal. Foto: Divulgação
De acordo com a médica veterinária durante a realização do check-up são solicitados exames de sangue como hemograma completo e avaliação renal e hepática, além de exames de imagem como Raio-X de tórax e ultrassonografia abdominal. Dependendo da idade e das suspeitas clínicas podem ser solicitados também exames de colesterol e hormônios. “O veterinário deve conhecer as predisposições das principais raças para poder direcionar melhor o pedido de exames. O tutor deve ser muito bem orientado para auxiliar nessa checagem”, pondera a Dra Elaine.
Os tipos de exames que devem ser feitos são iguais para todas as raças, pois dependem apenas da idade. Com o passar dos anos também é importante avaliar a urina, a condição da coluna, o colesterol e a glicemia.
“A medicina preventiva tem crescido na medicina veterinária assim como na medicina humana, o que é muito bom. Cresce também o número de consultas que visam à avaliação nutricional do animal. A obesidade canina muitas vezes está relacionada aos maus hábitos alimentares, mas pode estar relacionada a problemas de saúde. Quando excluído as causas patológicas do sobrepeso o ideal é a avaliação anual”, ressalta a Dra Elaine.
Fonte: Anda

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Epidemia de obesidade nos Estados Unidos atinge agora os animais

Foto: Reprodução/O Globo

Reflexo dos excessos humanos

Jennie, uma cadela da raça Pastor Alemão, de 6 anos, sempre foi ágil. Quando sua tutora, Maribeth Ashley, percebeu que Jennie estava com dificuldade de entrar e sair do carro sozinha, preocupou-se. Depois, Maribeth viu que seu outro cão, Pickles, também de 6 anos, um vira-lata misturado com Sheperd, também precisava de ajuda para pular para o banco de trás, marcou uma visita ao veterinário. As notícias não foram boas.
- Ele me disse que os cachorros estavam tão gordos que já tinham displasia, problemas coronarianos e todos os males ligados à obesidade – explicou Maribeth.
Foi um diagnóstico bem parecido com o que a própria Maribeth, de 71 anos, moradora do Texas, recebera de seu médico dias antes. Ela, que se recuperava de um pequeno derrame e cujo peso a qualifica como uma obesa, precisava baixar suas taxas de colesterol e sua pressão, que estava muito alta.
O caso de Maribeth e de seus animais não é único. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), 34,2% dos americanos com mais de 20 anos apresenta sobrepeso e 33,8% são obesos.Com o aumento da obesidade entre humanos, os animais também vêm sofrendo. Uma pesquisa da Associação de Prevenção à Obesidade dos Animais de Estimação feita em 2009 em todos os Estados Unidos com veterinários mostra que 45% dos cachorros e 58% dos gatos estão acima do peso ou obesos. Os números mostram que houve um aumento da porcentagem quando comparados aos dados da pesquisa anterior.
Os veterinários explicam que o aumento da obesidade entre cães e gatos tem relação com a epidemia entre os humanos. Dietas não balanceadas, poucos exercícios e um monte de tentações também são as causas que fazem os bichos engordarem.
Não foi à toa que surgiu nos EUA o site Nulo, uma espécie de Vigilantes do Peso, mas dirigido aos animais.
- Nos últimos quatro, cinco anos, percebemos que houve um aumento de problemas em animais como diabetes, doenças respiratórias, doenças nos rins – explica o fundador do Lundo, Michael Landa.
Como nos humanos, o sobrepeso nos animais aumenta o risco de artrite, doenças do coração, resistência à insulina, diabetes e alguns tipos de câncer. Dietas e atividades físicas planejadas são indicadas para perda de peso.
Fonte: O Globo

Laboratório fecha após investigação da PETA e 200 animais são libertados

Por Giovanna Chinellato (da Redação)
Foto: BUAV
Grupos em defesa dos animais frequentemente se infiltram em lugares horríveis como laborátorios de teste em animais, fazendas de pele e matadouros, e saem de lá com vídeos de terror. É difícil assistir às filmagens, mas é mais difícil ainda ver a evidência passar pelas burocracias legais e políticas enquanto todo o sofrimento continua. Entretanto, essa semana uma investigação da PETA sobre os abusos num laboratório da Carolina do Norte levaram o lugar a fechar as portas e libertar 200 animais.
Segundo informações da Animals Change, um investigador da PETA passou nove meses trabalhando nos canis da Professional Laboratory and Research Services, uma companhia contratada para testar inseticidas e outros químicos. As farmacêuticas da PLRS incluem a Bayer, Eli Lilly, Novartis, Schering-Plough (agora Merck), Sergeant’s, Wellmark e Merial (que produz Frontline). Esse é o lado negro da medicina veterinária, a maior parte dos tutores consome essas marcas.
Foto: Reprodução/Animals Change
A investigação da PETA mostrou um vício e um ciclo de crueldades por parte dos funcionários para com os animais. Eles gritavam e amaldiçoavam os bichos assustados. Trabalhadores foram vistos maltratando gatos e acertando cães com mangueiras de pressão, com sabão, para “limpá-los”. Mas os canis nunca ficaram realmente limpos e muitos cães tinham feridas de viver no concreto molhado e em meio às próprias fezes.
Não havia veterinário na equipe, então os funcionários “tratavam” os animais por conta própria. Em um caso, um anestésico vencido foi dado a um cão que extrairia o dente, e quando ele mostrou sinais de estar com dor, o procedimento prosseguiu sem hesitação. Num teste de toxicidade, gatos tiveram reações imediatas e violentas a químicos aplicados em seu pescoço, mas o teste não foi interrompido – mais tarde no mesmo dia foi dada uma segunda dose.
A PETA liberou o resultado da investigação e preencheu uma queixa contra a USDA. Apenas uma semana depois, a PLRS fechou as portas, eles não farão mais testes e abriram mão de todos os animais. Mas isso não quer dizer que sumiram do mapa – a USDA abriu uma investigação oficial e a PETA entregou as evidências a um promotor local.
Marc Bekoss, que foi conselheiro da campanha, está extremamente feliz em ver que o abuso chega ao fim e que algo está sendo feito contra a empresa. “Esses seres que sentem dor nunca deveriam passar por isso”, ele diz. “Aposto que ninguém entregaria seu animal de estimação a essa companhia.”
Os quase 200 cães e dezenas de gatos que eram mantidos pela PLRS não são diferentes daqueles que temos aos nossos pés em casa, mas, como diz a PETA, “eles viviam confinados, sem alegrias, sem coçadinhas atrás da orelha, sem companhia, sem qualquer palavra gentil”.
Porém, não mais. Oficiais estão trabalhando para conseguir lares verdadeiros para eles. O caso contra a PLRS apenas começou, e esse é um dentre milhares de laboratórios que conduzem testes cruéis. Mas, para esses cães e gatos, um novo capítulo começa e estão prestes a ter a vida que sempre mereceram.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Relação entre comida e saúde de cão





chow chowEnquanto houver muitos modos para mostrar nosso amor por nossos cachorros, nada é mais extraordinário do que o cuidado da saúde e bem-estar deles. Fazendo assim, nós temos que estar atentos ao que eles comem. Assim, nós temos que estar atento da comida que eles comem. Como donos de cães responsáveis, é nossa responsabilidade ter certeza que nossos animais têm a nutrição certa e todos os nutrientes essenciais que eles precisam para o crescimento e desenvolvimento. Além disso, nós também deveríamos ter certeza que estas comidas são seguras e saborosas o bastante para atrair os apetites de nossos cachorros.

Nós sempre queremos o que é o melhor para nossos cães. No caso de achar a melhor comida para pet disponível no mercado, a tarefa é entretanto bem simples, mas requer bastante conhecimento. Como donos de cachorro, nós deveríamos investir uma quantia considerável de esforço nos educando nas qualidades que nós deveríamos procurar em uma comida de cachorro. Deste modo, nós podemos estar seguros que nossos cachorros podem adquirir a melhor nutrição. Há muitas comidas disponíveis no mercado e on-line, embora, nós temos que ter consciência que alguns deles não são bons para nossos cães. A baixa qualidade do alimento traz falsas  reivindicações no valor nutricional.

Porém, estas comidas podem causar efeitos colaterais que podem conduzir mais adiante a condições sérias e problemas. Ficou mais aparente agora que achando os melhores produtos de cachorro, nós temos que dar mais importância à qualidade em cima do preço. O preço da comida para nossos cachorros nunca deveria ser um assunto se nós quisermos dar-lhes o melhor. Comidas de qualidade para nossos cachorros podem nos garantir com a quantia necessária de nutrição e todos os nutrientes essenciais que podem endereçar as saúdes e exigências dietéticas de nossos animais. 
Melinda Smith