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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cão: amigo dos bebês

Tyler foi um pastor alemão ensinado a conviver com bebês. Hoje, eles vivem bem (Foto: Letícia Pontual)
Integrando o cão a chegada do bebê.
Esse é um dilema que muitas mães passam: como contornar o ciúme dos animais em relação aos bebês?
A médica veterinária Karine Kleine era tutora de um pastor alemão, de 12 anos, quando o seu filho nasceu. Tyler era o seu amigo de viagens, um grande companheiro. Andava dentro de casa e tinha toda a atenção da família. Preocupada com a segurança do filho e o sentimento de Tyler pelo novo queridinho do lar, Karine sempre mostrava as roupinhas do filho e deixava Tyler cheirar. Antes do nascimento da criança, a veterinária também falava o nome de seu filho ao mostrar o barrigão ao Tyler.
Ao chegar da maternidade, o cachorro estava esperando na porta, como sempre. Ela se abaixou e deixou o cão observar o novato. “É importante não brigar com o cão nessa fase. A pessoa deve evitar a entrada do animal no quarto do bebê, mas sem a declaração de negação. O animal não deve se sentir constrangido ou substituído”, explica Karine, que ainda lembra: “Os gatos toleram melhor a chegada da criança do que os cães. Mas se o cachorro continuar recebendo atenção, ele não se sentirá ´ameaçado´ pelo novo membro da família.
Também é válido fazer um check-up geral no animal antes de o bebê chegar.
Mamães
Agora, o recado é para as mamães que ficam totalmente preocupadas quanto ao risco de alergias. Estudos mostram que crianças que convivem nos primeiros anos de vida com animais  estão menos propensas a desenvolver alergia, pois o seu sistema imunológico já está “acostumado” com os agentes alergênicos encontrados nos animais.
Fonte: Anda

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Teresópolis Urgente- Animais para doação

RIO - Ongs de proteção animal e voluntários ainda lutam para conseguir encontrar novos donos para cães e gatos que se perderam de seus donos ou foram abandonados após as enchentes na Região Serrana. Esta semana, animais que estão abrigados em galpões de Teresópolis serão trazidos para o Rio numa nova campanha de adoção. No sábado e no domingo, a feira acontece de 10h às 17h, na Pet Fun, na Rua Vinicius de Moraes 121-F, em Ipanema. Serão oferecidos cerca de 10 filhotes de cães e alguns gatinhos. Já no dia 4 de junho, a campanha acontece de 10h às 14h, na Pet Place, na Rua Visconde de Pirajá 76 lj B - Ipanema. Ao todo, há 150 animais abrigados em galpões nos bairros Meudon e Alburquerque desde o mês de janeiro. De acordo com os voluntários, os cães e gatos serão despejados dos abrigos este mês e, por isso, os protetores correm contra o tempo para encontrar um novo lar para cada um deles.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/05/25/protetores-tentam-encontrar-novos-donos-para-150-animais-de-teresopolis-924532614.asp#ixzz1NTRyqHnG 
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Fonte: O Globo

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cão sobrevive a tornado nos EUA


Cão é achado vivo nos escombros de casa destruída por tornado nos EUA

Saint estava entre destroços em Joplin, Missouri, onde 89 morreram.
Donos do animal disseram que são sobreviventes do Katrina.

Trey Adams e Maggie Kelley abraçam seu cão, Saint, após achá-lo vivio entre os destroços de sua casa destruída por um tornado em Joplin, no estado americano do Missouri, nesta segunda-feira (23). O casal morava no local após ter perdido tudo na passagem d (Foto: AP)Trey Adams e Maggie Kelley abraçam seu cão, Saint, após achá-lo vivio entre os destroços de sua casa destruída por um tornado em Joplin, no estado americano do Missouri, nesta segunda-feira (23).  (Foto: AP)

O casal afirma que morava no local depois de ter perdido tudo na passagem do furacão Katrina, em Nova Orleans, em 2005 (Foto: AP)O casal afirma que morava no local depois de ter perdido tudo na passagem do furacão Katrina, em Nova Orleans, em 2005 (Foto: APFonte: G1

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Donos de cães são 34% mais saudaveis

Um estudo divulgado há duas semanas pelo Departamento de Saúde de Michigan, nos EUA, revelou que donos de cães são 34% mais saudáveis do que pessoas que não têm animais de estimação. “A mera presença do animal de estimação pode reduzir a pressão arterial, e donos de animais de estimação geralmente têm baixo nível de colesterol”, afirma Dennis Turner, pesquisador da Universidade de Zurique, na Suíça. A ciência encontrou uma explicação bioquímica para os benefícios da convivência. Em 2009, os cientistas Miho Nagasawa e Takefumi Kikusui, da Universidade Azuba, provaram que cães são capazes de estimular a liberação de oxitocina – um hormônio produzido no hipotálamo que combate estresse e depressão, além de influir nas relações sociais. Ao olhar para seus cachorros, 55 pessoas experimentaram um aumento de oxitocina semelhante ao que ocorre nos momentos de convivência entre mãe e filho. Mas, ao contrário de uma criança, o cão não carrega a herança genética dos pais e não se cria, em torno dele, a expectativa de construção do futuro da sociedade.
Fonte: Revista Época

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Animais salvos do Iraque e Afeganistão

ONGs tentam salvar cães e gatos de rua do Iraque e Afeganistão

19 de setembro de 2010



O sargento da Marinha Pen Farthing chegou à cidade de Now Zad, na província afegã de Helmand, em novembro de 2006, e se apaixonou pelos cachorros locais. Ajudou a fundar a ONG Nowzad Dogs em maio de 2007, que ajuda as pessoas a levarem bichos adotados do Afeganistão ou Iraque para EUA e Reino Unido (Foto: Divulgação/Nowzad)
Mesmo as mais valentes máquinas de guerra se rendem diante de um cachorro abanando o rabo.
Em meio à ofensiva de Fallujah, uma das mais sangrentas da guerra do Iraque, o pequeno Lava tirou a sorte grande.
Achado em uma casa abandonada em 2004, o filhote foi adotado por fuzileiros navais dos EUA. E foi ficando, apesar da rígida proibição militar de alimentar ou manter animais.


O cachorro Lava e o tenente-coronel Jay Kopelman, que escreveu o livro ‘De Bagdá, com muito amor‘ contando como resgatou Lava do Iraque para a Califórnia (Foto: Divulgação/Nowzad)
Virou protagonista de uma história de amor proibido, contada no livro De Bagdá, com Muito Amor, que já vendeu 45 mil cópias no Brasil. Nele, o tenente-coronel Jay Kopelman conta a batalha travada até que Lava pudesse ver o mar da Califórnia.
Na mesma guerra, a ex-soldado britânica Louise Hastie encontrou o gato Simba dentro de um saco de lixo.
Pesquisou e descobriu como mandá-lo para o Reino Unido. O feito lhe rendeu pedidos de ajuda, além de fama como “Bagdhad Cat Lady”.
Depois, mandou para casa Felix, Pudding e outros. “Acho que minha mãe já não tem lugar pra mais nenhum bicho”, diz ela, que trabalha em uma empresa de segurança e fundou a Baghdad Animal Rescue.
A organização uniu-se a outra ONG britânica, a Nowzad, e Louise acaba de se mudar para Cabul, no Afeganistão. Lá, pretende ajudar também burros e cavalos.

A ex-soldado Louise Hastie ficou conhecida como “Baghdad Cat Lady” [Senhora dos Gatos de Bagdá] após adotar o gato Simba no Iraque e mandá-lo para o Reino Unido, em 2005. (Foto: Divulgação/Nowzad)


A ex-soldado Louise Hastie ficou conhecida como “Baghdad Cat Lady” [Senhora dos Gatos de Bagdá]
após adotar o gato Simba no Iraque e mandá-lo para o Reino Unido, em 2005.
(Foto: Divulgação/Nowzad)
As ONGs são mantidas por doações feitas por meio de seus sites, campanhas em redes virtuais e eventos.
Levar um bichinho do Iraque ou Afeganistão para os EUA ou Reino Unido custa, em média, R$ 7.000, incluindo transporte, documentos e vacinas. A lei britânica exige seis meses de quarentena para bichos de fora da UE.
Apesar da burocracia, há quem se anime em salvar um animal das zonas de guerra.
Mas o conselho é: “Procure um bichinho na sua região”, diz Terri Crisp, chefe da Operação Bagdá Pup, da SPCA International (Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais).
A entidade ajuda militares e trabalhadores de empresas terceirizadas a “importar” animais com os quais têm ligação afetiva. Desde 2007, a SPCA ajudou a levar 265 cães do Iraque aos EUA.
O jornalista John Burns, chefe da sucursal do New York Times em Londres, esquece do tempo ao falar sobre a gata Scooter e seus três filhotes – que “viraram” sete durante a quarentena -, que levou do Iraque.
“Não há um dia em que não olho para Scooter e a vejo como um símbolo de sobrevivência e salvação.”







Hera
 
Hera foi resgatada por soldados britânicos no sul do 
Afeganistão quando era usada como bola de futebol 
por algumas crianças. Ela foi adotada por eles, 
os recursos foram arrecadados e Hera viajou no fim de
agosto para o Reino Unido, onde aguarda em quarentena 
de 6 meses (Foto: Divulgação/Nowzad)
Esquadrão da morte
Em Bagdá, não só a guerra e a miséria espreitam os cães de 
rua. Sob Saddam Hussein, era rotina noturna soldados saírem 
à caça de cachorros.
Com a derrubada do ditador iraquiano, em 2003, aliada à 
deficiência dos serviços públicos, o lixo acumulado nas ruas 
fez as matilhas se multiplicarem. Há estimados 1,25 a 1,5 
milhão de cachorros de rua.
Para conter doenças e ataques, Bagdá lançou um programa 
de abatimento. Com investimento de 35 milhões de dinares 
iraquianos (R$ 50 mil), 20 equipes com dois atiradores e dois 
veterinários circulam sacrificando cães. Em julho, o governo 
anunciou ter exterminado 58 mil cães de rua em três meses.
Fonte: Folha